02 de janeiro, 2016 0 Comentários

Série Rebelião e Redenção – #00 Introdução

INTRODUÇÃO

Aprender com a História…

Esta foi a nota tônica do trimestre que findou. Através de uma viagem pelas insistentes advertências de Jeremias e as constantes rejeições de Israel, fomos advertidos a aprender da História a não repetir os mesmos erros.

Novo trimestre, novo ano e caprichosamente a lição nos brinda novamente com a História. Desta vez, não a história de um povo, uma nação um profeta, mas maior de todas as histórias – O Grande Conflito.

Pr. Knight encerrou a meditação do ano (2015) passado (ontem), com uma solene advertência que nos faz entender a dimensão do Conflito, bem como sua solução antevista pela soberania da inspiração – Nada temos que temer quanto ao futuro, a menos que nos esqueçamos…

A lição deste trimestre é um convite recorrente por 13 lições para que NÃO NOS ESQUEÇAMOS !!!

Não nos esqueçamos que o Conflito excede as questões do nosso próprio umbigo. Somos parte de um cenário muito mais amplo e significativo que vai muito além de nossa própria história, casa, família, amigos, bairro, cidade, Estado, País, Mundo… O Conflito é Universal.

Em uma época em que tanto se olha e se fala sobre o espaço, seja nas obras de ficção bilionárias das infindáveis reedições de Star Wars, seja nos olhos Bigbrotherianos da NASA e suas sondas, telescópios e astronautas, o fato é que nunca tivemos uma época tão profícua em que fosse possível olhar tanto para cima e tanto para tão longe.

Ainda assim, ao nos determos por alguns instantes descansando nossos olhos sobre páginas de notícias, temos a nítida impressão que apesar de toda a complexidade da corrida espacial, a humanidade parece não conseguir olhar para muito além de seu próprio umbigo.

O mundo parece cada vez mais envolvido em ambição, poder e prazer pessoais, e isto tem atirado as pessoas numa corrida desenfreada e insana, com cada vez menos escrúpulos.

Anestesiadas por essa busca, as pessoas se distanciam cada vez mais de uma visão ampliada que perceba o contexto em que se dá a história pessoal, a ponto de já não se importarem umas com as outras, mesmo que o discurso seja o contrário.

Ironicamente, as pessoas que vão mal tentam encontrar culpados para sua crise, e as que vão bem, tendem a se achar inatingíveis, e quando não, já possuem todo um plano arquitetado para direcionar suas próprias faltas.

Olhado por esta perspectiva, o mundo é total e completamente desolador e sem perspectivas. Parece não haver futuro, e este, definitivamente, não é um bom jeito de começar um novo ano.

É exatamente em meio a este cenário que emerge de forma única uma visão inigualável sobre o real sentido de tudo. Nenhuma visão humana, por melhor e mais capaz que seja seu guru, pode igualar-se aquelas que descrevem o Grando Conflito.

É somente quando abrimos a cortina preta que mostra o “atrás do palco”, somente quando olhamos para cima e vemos os trabalhadores por trás das luzes, contrarregra, maquiadores, agentes de camarins, e tantos outros que seguem aparentemente invisíveis, mas sem os quais, a história não seria aquela vista por quem está assentado na plateia, é somente neste momento que podemos nos dar conta de tudo que de fato acontece no palco da vida.

O convite da lição deste trimestre é em primeiro lugar para que leiamos o roteiro da história que caprichosamente nos foi dado a conhecer. Teremos a oportunidade de olhar para o antes da peça, para o durante e, principalmente, para o epílogo da história.

A cada ser humano é dada a chance de viver uma vez só sua vida. Podemos faze-lo como um suspense, mas garanto que a surpresa pode ser desagradável ao final. Ou então, podemos ler o enredo e, apesar das surpresas que a mesma vida nos imporá, como já vimos o final, poderemos fazer escolhas acertadas que transformarão o final igualmente surpreendente, porém, uma surpresa agradável, que nos colocará outra vez nos trilhos do amor incomensurável de Deus.

Como é possível que, conhecendo o início, o meio e o fim da história, ainda assim a vida seja uma surpresa, e o final inimaginável?

A resposta talvez resida no fato de que Deus engenhosamente nos descreve “o que” vai acontecer, mas não nos detalha “o como”. Ele nos dá elementos suficientes para que nossa fé não seja cega, mas, vela o suficiente para que continue sendo fé. E a fé, assim como o livre arbítrio, são ambos uma caixinha de surpresas.

O ser agradável ou desastroso dependerá unicamente de nossas escolhas de fé.

Um bom trimestre a todos, e que tenhamos agradáveis surpresas, mesmo em meio ao conflito, por que sabemos quem está por detrás do palco de nossa existência.

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